caso 1: CAMARGO-BRACUÍ

parceiros

O CASO CAMARGO-BRACUÍ - parceiros

Esta pesquisa juntou profissionais de entidades comprometidas a revelar a verdade histórica deste grande enigma e inquestionável crime da época da escravidão sob uma interpretação moderna e imparcial.

Os arqueólogos do Laboratório de Arqueologia de Ambientes Aquáticos da Universidade Federal de Sergipe (LAAA – UFS – @laaa.ufs) Paulo Bava de Camargo, Luis Felipe Santos, Julio Cesar Marins, e Gilson Rambelli, que é considerado o pioneiro da Arqueologia Subaquática no Brasil. O LAAA é o representante do Slave Wreck Project no Brasil.

Pelo Laboratório de História Oral e Imagem da Universidade Federal Fluminense (Labhoi/UFF) e pelo Projeto Passados Presentes participam as historiadoras Hebe Mattos, Keila Grinberg, Thiago Campos, Monica Lima e Camila Agostini, sob a coordenação da historiadora Martha Abreu, professora do PPGH/UFF, pesquisadora da FFP/UERJ e do CNPQ. Todos pesquisadores possuem longa experiência com pesquisas no campo da escravidão, memória e patrimônio cultural, inclusive em Angra dos Reis.

O Quilombo Santa Rita do Bracuhy é representado pelas quilombolas Marilda Souza Francisco, Jussara Adriano, e Raissa Souza, que trazem valiosos dados da memória oral dos descendentes de africanos trazidos a bordo do brigue Camargo, e fazem a extensão do projeto para a comunidade.

A documentação do projeto está a cargo da Aventuras Produções e Edições Educativas Ltda., especialista em projetos de ciências, natureza e sustentabilidade. Entre suas obras, Aventuras produziu o primeiro filme IMAX brasileiro, tendo sido exibido em museus de 40 países. Os cineastas, mergulhadores e navegadores Yuri e Vera Sanada, e o produtor Rogério Umeoka participam diretamente do projeto. O produtor brasileiro Yuri Sanada é fellow member do Explorers Club de Nova York, famoso por apoiar pesquisas científicas e históricas no mundo todo e até na Lua.